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3.º Juizado Especial Cível promove mutirão de audiências de conciliação com 100 processos em pauta

3.º Juizado Especial Cível promove mutirão de audiências de conciliação com 100 processos em pauta
Foto: Acervo do Projeto Justiça Eficaz

Mutirão JECO 3.º Juizado Especial Cível do Tribunal de Justiça do Amazonas está realizando nesta semana um mutirão de audiências de conciliação com cerca de 100 processos envolvendo grandes litigantes. A atividade, que faz parte do “Projeto Justiça Eficaz”, começou na segunda-feira (14/9) e prossegue nesta terça (14), sob a coordenação do juiz de Direito Luís Cláudio Cabral Chaves, designado para a realização dos mutirões.

A ação – que prioriza processos movidos pelos consumidores contra empresas concessionárias de serviços públicos, bancos, companhias aéreas, entre outros – tem a parceria dos Núcleos de Práticas Jurídicas de faculdades de Direito e, nestes dois dias, acontece na unidade da Faculdade Fametro, localizada na avenida Constantino Nery, zona Centro-Sul de Manaus.

Realizadas as audiências de conciliação, caso as partes não cheguem a acordo, o magistrado profere sentença nos processos no período de 30 dias.

“Estou incumbido de conduzir esses mutirões de conciliação em conjunto com as faculdades, e de julgar esses processos. Hoje foi na Fametro onde realizamos, junto com os acadêmicos de Direito, cerca de 50 audiências de conciliação do 3°Juizado Especial Cível de Manaus. As conciliações foram homologadas na hora e as demais sentenças em até 30 dias estarão nos processos. Na terça, o projeto ‘Justiça Eficaz’ continua no mesmo local com mais 50 audiências de conciliação. O fundamental é garantir efetividade aos princípios da eficiência que é norteador da administração pública, celeridade processual e acesso à justiça”, explicou o juiz Luís Cláudio.

Além de destacar que a iniciativa busca incentivar o instituto da conciliação entre as partes, o magistrado frisou a importância da parceria com as instituições de ensino superior.

“As portas estão abertas para todas as faculdades que queiram participar, pois quem ganha é a sociedade, beneficiada com a celeridade do processo, sendo bom também para os estudantes, que têm a oportunidade de aplicar, na prática, os ensinamentos recebidos em sala de aula”, acrescentou ele.

Paulo André Nunes

Foto: Acervo do Projeto Justiça Eficaz

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Fonte: TJAM

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